Por que diamantes são tão valiosos? O que são os quatro C’s dos diamantes? HStern responde!
29 de dezembro de 2020

Diamantes estão entre as pedras mais cobiçadas da alta-joalheria e tornam-se especialmente valiosos quando lapidados e cravejados de forma correta. Para avaliá-los com precisão, é necessário conhecimento especializado e um laboratório gemológico, mas há algumas dicas que podem te ajudar a conhecer o pontos essenciais sobre esta pedra tão fascinante! Veja:

A informação mais básica se refere aos 4 C’s dos diamantes, o conjunto de características que determina seu valor no mundo inteiro. São quatro palavras em inglês, que começam com o letra C: color (cor), cut (lapidação), clarity (pureza), e carat (peso medido em quilate).  Somente com a combinação de todos estes fatores é possível chegar ao valor exato de um diamante. Por exemplo, uma pedra menor que tenha cor e pureza superiores às de uma pedra maior, pode ser mais valiosa. Um diamante pequeno excepcionalmente incolor (branco) pode custar mais que um diamante grande, de tom menos puro.

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Anel de Ouro Nobre e diamantes cognac – coleção Genesis HStern

Cada uma destas características tem suas particularidades. Falando de peso das pedras preciosas (carat) é comum confundir a palavra com o quilate que se usa para ligas de metal. Mas atente-se: um quilate (ct) de diamante é diferente de um quilate (K) de ouro. Um ct equivale a 1/5 do grama, ou seja, 200 miligramas. Enquanto quilate (K) mede o porcentual do ouro puro na liga metálica, mas isto é assunto de um outro post.

A lapidação (cut) é uma etapa que transforma a pedra em uma tão sonhada joia, e claro, agrega valor.  Existem diversos tipos: gota, multifacetada, triangular, quadrada, brilhante… Esta última é a mais famosa, e que também gera muita curiosidade. Afinal, qual a diferença entre diamante e brilhante? São sinônimos? Vamos à definição: brilhante é  um diamante lapidado em  formato redondo, com 57 facetas (também chamada full cut). É a lapidação mais conhecida e valorizada no mundo, muito comum em anéis de compromisso,  pois é a que produz melhor efeito luminoso, graças aos diversos ângulos.  Então lembre-se sempre: “todos os brilhantes são diamantes, mas nem todos os diamantes são brilhantes”.

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Brincos de ouro branco, diamante central e brilhantes – Coleção Clair de Lune HStern

Quanto à cor, sim, é possível encontrar diamantes coloridos na natureza (rosa, amarelos, negros, conhaque).  Aqui, é necessário separar os brancos/incolores dos demais. É provável que os diamantes cor-de-rosa, por exemplo, por serem bem mais raros do que os brancos, sejam mais valiosos, mas isso não é regra. Se o diamante branco for mais puro, pode ser que ele valha mais do que o rosa. O conjunto dos 4’s é o determinante.

E você sabia que o diamante é a única pedra preciosa provinda de um único elemento químico? Sim, o carbono dá origem ao diamante. Mas isso é um presente da natureza dado apenas no conjunto de condições ideais (pressão e temperatura altíssimas).  Se o conjunto não for o ideal, o carbono vira grafite.

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